O orgulho de ser professor

Quanto mais resistentes e conservadores , mais fechados e isolados no mundo, que fica cada vez menor.

Por favor, Professor. Você não precisa ser tecnicista , nem dominar totalmente a informática, nem ler todos os jornais todos os dias , nem conhecer tudo ou ter todas as respostas, nem mesmo-se você não quiser-ser o melhor professor do mundo.

Eu só quero que volte a ser o ídolo dos seus alunos;quero ver o brilho nos seus olhos, sentir a sua emoção e ouvir você dizer, bem alto e com orgulho:

SOU PROFESSOR.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Educação Infantil -2014

terça-feira, 17 de junho de 2014

Educação Infantil - Autoestima começa cedo!

Educação Infantil
Razão e emoção, os fundamentos da autoestima

   Sugere-se recordar sobre o principal significado da autoestima. É a confiança na eficiência da nossa mente, em nossa capacidade de aprender, de fazer escolhas e tomar decisões apropriadas e lidar com mudanças.
   Acredita-se na existência de duas mentes. Uma que se emociona, sente, comove, adapta. Outra que compreende, analisa, pondera, reflete.
   O psicólogo Goleman (1995) após intensa pesquisa científica, afirmou que se é impulsionado pela emoção, cujo controle é essencial para o desenvolvimento da inteligência do indivíduo.
    A emoção está para a razão assim como o prazer está para o aprendizado.
  A autoestima é a ferramenta que movimenta os estímulos para gerar bons resultados.
     A autoestima exige assertividade.

A construção da afetividade  à  autoestima segundo Henri Wallon

        O modelo de análise ao pensar o desenvolvimento humano, foi desenvolvido por Wallon (1981) que estudou-o a partir da ênfase dada ao desenvolvimento psíquico da criança Wallon (1981) realiza um estudo que é centrado na criança contextualizada, onde o ritmo no qual se sucedem as etapas do desenvolvimento é descontínuo.
       Wallon (1981) propõe a psicogênese da pessoa completa, ou seja, o estudo integrado do desenvolvimento considera o sujeito como “geneticamente social” segundo ele é preciso  estudar a criança contextualizada  observando os aspectos: afetivo, motor e cognitivo.
              Apresenta as fases de desenvolvimento psíquico da criança:
                                                       
-Personalista: inicia no primeiro ano de vida pela interação com os objetos e seu próprio corpo e no terceiro ano de vida inicia o conflito eu-outro, 
onde se opõe a tudo que julga diferente e que venha do outro.
-Socialização:compreende o período dos seis aos sete anos, onde a educação se torna obrigatória. Não pertence mais unicamente ao grupo familiar. Começa a fazer parte  de grupos diferentes.

No caso da criança, no qual entre ela e o objeto a conhecer existe um mediador, geralmente na pessoa de um adulto que ensina, a calidez da veiculação afetiva entre eles catalisa poderosamente a reação que resulta na apreensão do objeto pelo sujeito (DANTAS, 1990).

         Percebe-se  que é fundamental lembrar da disciplina como necessária para se evitar as futuras perturbações de caráter, mas que tem, na sala de aula, um espaço adequado para ser trabalhada.
     É equivocado pensar em um padrão de postura que garanta toda atenção em qualquer atividade, pois, muitas vezes, é a variação na posição do corpo que propicia melhor e maior atenção na atividade que a criança está realizando. Percebe-se que, ao longo do desenvolvimento da criança, que uma série de fatores contribuem para sua formação enquanto ser social.

        ...Refletindo...

v   Acredita-se que a maioria dos professores quer dar sua contribuição  positiva às mentes confiadas a seus cuidados.

v   Se às vezes prejudicam, não têm intenção de fazê-lo.

v   As crianças observam seus professores em parte para aprender o comportamento adulto apropriado.

v   Considera-se que a aprendizagem ocorre com o que  é vivido.

v   Para estimar-se é preciso que se tenha sido aceito, querido e valorizado. 

v   A autoestima é algo que pode ser aprendido.

     Recomenda-se não como um receituário, mas como um roteiro de sugestões, para compreender  que a criança  sente-se amada quando:
    -Precisa de consolo e encontra braços abertos: mãos que lhe acariciam o joelho ferido ou enxugam suas lágrimas, quando está triste ou de mau humor;
          -Ouve uma história aconchegada no colo, recebendo carícias;
          -O tom de voz lhe é agradável e suave, produzindo-lhe um ambiente sereno e sem tensão. As frases ditas (“-Gosto de você!” “-Amo você”) talvez lhe sejam a melhor coisa;
          -Não é comparada a outra, mas se aceita como é (Quando preciso, diga-lhe que não aprova ou não gosta de certas coisas que ela faz, mas deixe claro que gosta sempre dela);
          -A criança observa o seu modelo, por isso procure sorrir sempre e cuidar do seu modo de agir diante dela
          -Procure ser justo;
          -Saiba dizer não, os limites devem ser colocados desde cedo;
         -Ofereça-lhe segurança e não lhe negue a mão. Que ela assim não tenha medo, face às novas experiências que lhe são propostas. Quanto mais coisas ela realiza, mais segura se sente.
         -Se necessário, não tema incentivá-la a brincar com outras crianças, fazendo com que se relacione com pessoas diferentes. E a frente destas, que nunca se sinta envergonhada, nem ridicularizada.


                  Texto de Rosangela L. Scheuer - 2001


segunda-feira, 26 de maio de 2014

Sites de jogos aprimoram as capacidades do cérebro. Confira | Ciência e Tecnologia: Estado de Minas

Sites de jogos aprimoram as capacidades do cérebro. Confira | Ciência e Tecnologia: Estado de Minas

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Comportamento

Como controlar manifestações agressivas


É possível lidar com a agressividade de forma natural e não fazer disso um problema

É normal que a criança extravase sentimentos por meio de atitudes agressivas, cabe ao adulto limitá-las e mostrar outras soluções                                         


Mordidas, tapas, puxões de cabelo... Até os 3 anos de idade, é comum a criança expressar seus desejos e frustrações com atitudes que não são lá muito delicadas. Cabe ao adulto mostrar que há outras formas de se relacionar com o mundo. Oferecer às crianças um ambiente tranqüilo e acolhedor é o primeiro passo para diminuir a agressividade natural nessa fase: quanto maior o bem-estar, menor a necessidade de se expressar agressivamente.

Conheça algumas atividades que podem ser desenvolvidas

- Cuidado com a boneca
Esta brincadeira é para meninos e meninas, pois tem o objetivo de desenvolver o relacionamento interpessoal, promovendo atitudes de cuidado e carinho com o outro - necessidades que são comuns a todos, independentemente do sexo. Isso vai se dar no faz-de-conta, momento que a criança aprende sobre as interações sociais. Por isso, é importante ter seu espaço garantido e valorizado na rotina. Proponha que cada um pegue uma boneca e cuide dela como se fosse sua filha. Os pequenos devem dar banho, trocar fralda e fazer carinho.

- Chuvinha de papel
Para relaxar de forma ativa (e não apenas em posição de repouso) e interagir de maneira lúdica com o educador e os colegas, sente-se com a turma no chão, em torno de uma pilha de revistas e jornais velhos. Deixe que todos manipulem e rasguem as páginas livremente. Junte os papéis picados num monte e jogue tudo para o alto. Vai ser uma festa! Depois, o papel picado pode ser aproveitado em colagens ou modelagem de bonecos.

- Papai veio brincar
É importante que os pais também participem deste processo. Uma boa idéia é colocar uma música e pedir para o pai ou a mãe se sentar no chão com o filho. Você pode conduzir as brincadeiras, como rolar uma bola para a criança ou brincar com um fantoche, apresentando possibilidades de interação. Os pais se inspiram em você ou criam brincadeiras.

- Jogos das expressões
Para que as crianças aprendam a nomear os sentimentos e conversar sobre suas possíveis causas, desenhe em uma cartolina várias carinhas com expressões faciais que demonstrem sentimentos de tristeza, alegria, raiva, medo, susto etc. Deixe algumas em branco para nomear um sentimento que apareça no decorrer da brincadeira. Convide a criança a apontar a que mais revela a maneira como ela se sente naquele momento e a explicar os motivos daquela sensação. Ela pode, por exemplo, estar com raiva do colega porque tirou um brinquedo da sua mão.

- Caminhada solidária
Desenvolver a ideia de grupo e a tolerância é importante para que as manifestações de agressividade não se tornem excessivas. Esta proposta pode ser aplicada sempre que as crianças tiverem de andar juntas, como da sala para o pátio. Quem quiser correr tem de se controlar. Quem for mais lento precisa se apressar. Se houver alguém com dificuldade de locomoção, o grupo todo terá de esperá-lo.

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/agressividade-infantil-418613.shtml


Comportamento de crianças

Acabe com a agressividade das crianças

Conheça 17 lições valiosas para evitar o comportamento violento dos seus filhos e saiba como pôr ordem nos momentos inevitáveis de explosão e raiva  

O comportamento da criança está diretamente relacionado às atitudes dos pais                                        

Seu filho grita, xinga, quebra objetos e, às vezes, não tem o menor controle sobre si mesmo? Se ele anda agressivo e rebelde, é necessário colocar um freio. Lídia Weber, psicóloga da Universidade Federal do Paraná e autora do livro Eduque com Carinho (ed. Juruá), sugere algumas lições infalíveis para evitar comportamentos agressivos e controlar as crianças quando elas explodem. Veja alguns exemplos a seguir.

1- Seja carinhosa e participativa
O afeto constrói a confiança entre pais e filhos. Dê colo, beijos, abrace-os. O toque é fundamental, assim como o apoio emocional. Esteja por dentro das tarefas da escola e conheça os amigos deles.

2- Defina regras e limites
Faça isso junto com seus filhos. Determine tarefas e horários, e faça com que sejam cumpridos à risca.

3- Alerte sobre as consequências
Observe e valorize os comportamentos corretos, e deixe claro o que pode acontecer quando as regras estabelecidas são quebradas.

4- Imponha respeito
Com as regras já definidas, respeite sempre o combinado, independentemente do seu estado de humor. As regras só podem ser mudadas diante de algum fato novo e importante - e ele deve ficar bem claro para a criança.

5- Mantenha seu autocontrole
Às vezes você se descontrola, e isso é normal. Mas evite ao máximo gritar, xingar e bater.

6- Demonstre afeto pelo seu marido
Um dos melhores exemplos para dar aos filhos é a própria relação que você vive com o pai deles. Se for brigar com seu marido, faça isso sempre longe dos filhos.

7- Ame seus filhos pelo que eles são
Os filhos não vêm ao mundo para preencher nossas expectativas, certo?

8- Reveja suas atitudes
Ninguém nasce agressivo. O comportamento da criança está diretamente relacionado às atitudes dos pais. Então, nada de dizer que seu filho "herdou o gênio do pai". Se você não cortar pela raiz os comportamentos agressivos dos seus filhos, há grandes chances de que eles se tornem adultos violentos.

9- Seja firme
Não admita comportamento agressivo - de jeito nenhum! Se seu filho ameaçar bater em você, segure a mão dele e diga "não". Explique por que ele não pode fazer isso novamente. Coloque a criança de castigo (um minuto para cada ano de idade dela).

10- Crie uma premiação
Combine com seu filho uma regra de "tolerância zero". A cada dia (ou dois) que alguém da família ficar sem fazer um gesto agressivo (bater, xingar, gritar, ameaçar), essa pessoa ganha um estrela em uma cartolina. Ao final de uma semana, conta-se quem tem mais estrelinhas e saem todos juntos para tomar um sorvete, por exemplo. Quem tiver mais estrelas pode tomar um com duas bolas!

11- Não apele para a violência
Muitas vezes, seu filho pode dizer que bateu no amigo porque ele o agrediu primeiro. Isso não justifica! Crianças devem ser ensinadas a se defender, mas também a saber falar com autoridades e a chamar um adulto quando estiverem em uma situação séria. Ela precisa aprender a sair de uma situação violenta sem recorrer a mais violência ainda.

12- Nada de games sangrentos
Passar muito tempo assistindo filmes de ação e se divertindo com jogos de lutas violentas ou guerra pode fazer a violência se tornar banal. Ofereça alternativas de divertimento, verifique o tema dos videogames e não compre os que sejam muito pesados. Estabeleça limites para o tempo em frente à TV e controle o que as crianças assistem. Veja alguns programas com as crianças e converse sobre o conteúdo.

13- Participe da vida dele
Sente-se com seu filho para brincar e pergunte: o que eu devo fazer agora? Deixe que ele lidere a brincadeira. É importante que as crianças explorem o mundo por si mesmas e coloquem a criatividade em dia. É bom que elas vejam suas ideias valorizadas pelos adultos.

14- Jogo do afeto
Invente uma brincadeira fácil e combine o seguinte: a cada adivinhação certa, o outro deve fazer um carinho no outro - pegar na mão, abraçar, dar um beijinho, dar dois beijinhos... Deixe que seu filho acerte muitas vezes, para perceber como é bom dar e ganhar carinho!

15- Brinque com ele
Convide amiguinhos do seu filho para brincar em casa e proponha algumas brincadeiras de cooperação, sem competição. Ninguém precisa ganhar para ser divertido! Para crianças menores, faça uma atividade artística, como pintar macarrões e colá-los em uma cartolina. Para os maiores, proponha montarem uma peça de teatro, por exemplo.

16- Crie lembranças inesperadas
Mande bilhetes na lancheira do seu filho, para que ele encontre na hora do lanche uma palavra de carinho sua ou um desenho. Já pensou que delícia para ele encontrar a mensagem "eu te amo" assim, de surpresa?

17- Elogie sempre
Quando seu filhote estiver calminho e solidário, elogie. Sempre que ele fizer algo carinhoso, toque-o e diga que tem orgulho dele.