O orgulho de ser professor

Quanto mais resistentes e conservadores , mais fechados e isolados no mundo, que fica cada vez menor.

Por favor, Professor. Você não precisa ser tecnicista , nem dominar totalmente a informática, nem ler todos os jornais todos os dias , nem conhecer tudo ou ter todas as respostas, nem mesmo-se você não quiser-ser o melhor professor do mundo.

Eu só quero que volte a ser o ídolo dos seus alunos;quero ver o brilho nos seus olhos, sentir a sua emoção e ouvir você dizer, bem alto e com orgulho:

SOU PROFESSOR.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Dicas de motivação das equipes










Você deve saber motivar a si mesmo e aos outros. A automotivação é uma questão pessoal.Quanto a motivar a equipe, é preciso ficar claro que nenhuma pessoa motiva outra.O que você pode fazer é fornecer instrumentos e condições para que alguém se motive,e essa pessoa passa, então, a agir de forma motivada na busca de metas e objetivos que, para ela, se revistam de significado.

1. Todas as manhãs, ao levantar, olhe-se no espelho. Gosta do que vê ?
Sim, se você pretende motivar outros, primeiro deverá saber motivar a si próprio. Olhe-se no espelho todas as manhãs assim que levantar. Se você não gosta do que está vendo, se o seu rosto não é o que você gostaria de ver refletido, então você está desmotivado. É hora de fazer algo a respeito. A automotivação ocorre mais facilmente se você possuir dois componentes básicos: metas – profissionais e pessoais – e auto-estima. As metas devem estar alicerçadas em aspirações profundas pelas quais você faria qualquer esforço e pagaria qualquer preço para atingir. Mas tem de ser algo que o motive a ação (motivo + ação),que o faça vibrar cada fez em que pense nisso. Algo que, para você, faça valer a pena correr riscos, pois é o seu objetivo de vida.

2. Estabeleça metas de vida.
Embora estabelecer metas possa parecer assustador, é necessário fazê-lo, porque, se não tiver coragem de lutar pelos seus próprios objetivos, ninguém irá realizá-los por você. Portanto, compre a idéia de assumir o controle da sua vida e estabeleça um sistema de metas por escrito. Não basta apenas pensar nisso, é preciso escrever, porque a diferença entre um “desejo” e uma “meta” é que a meta está no papel, com um prazo para ser executada. Assim você poderá visualizar as suas metas, o que torna mais fácil refazê-las,concentrar-se nelas, dar-lhes prioridades e executá-las.

3. Promova sua auto-estima.
O desenvolvimento de hábitos e capacidades positivas – seja lidar com o estresse, vencer o adiamento ou aprender a comandar pessoas – depende de sua auto-estima. Muito dessa auto-estima está baseada em mensagens recebidas por toda a vida – principalmente na infância - de seus pais, amigos, parentes, professores, meios de comunicação e de todo o ambiente que o cerca. É sabido que muitas pessoas competentes profissionalmente sabotam suas chances de sucesso e felicidade por causa de problemas que elas consideram intransponíveis.

Isso ocorre porque a maioria, infelizmente, convive com um baixo nível de auto-estima cristalizado ao longo dos anos. O resultado é a autoconfiança debilitada. A autoconfiança é absolutamente necessária se você quiser fazer progresso em sua carreira.Ela livra-o de preocupações desnecessárias, medo e insegurança. Torna o cérebro descansado para dedicar-se a idéias positivas.Você desenvolve essa autoconfiança aceitando novas oportunidades quando elas surgem, tomando a iniciativa e fazendo as coisas acontecerem em vez de esperar. Quando confiar em si mesmo, os outros também confiarão.
Confiança é como gripe: tremendamente contagiosa. Quando irradiar confiança, você estará motivado e saberá motivar os outros; as pessoas o seguirão,as oportunidades surgirão.

4. Deite-se e levante-se tranqüilo.
Não vá dormir com as tradicionais notícias pessimistas e angustiantes da tevê, ou após ter assistido a um filme violento, pois eles agitarão o seu sono. Pesquisas revelam que o último pensamento com que a pessoa adormecer tenderá a predominar durante o sono.Não é preciso, portanto, ter muita imaginação para saber o que acontecerá se você dormir preocupado ou alarmado. Ao deitar, reserve dez minutos para você mesmo. Visualize uma paisagem paradisíaca, cheia de luz, cores e muita paz. Sinta esse ambiente positivo e tranqüilizante envolvê-lo e permaneça nele enquanto adormecer.Se puder, ao mesmo tempo ouça uma música relaxante e suave (afinal, para que serve o walkman?). Outros, ainda, conseguem excelentes resultados orando e comungando com Deus pouco antes de dormir, agradecendo pela proteção e força recebidas durante o dia. Fazendo essas coisasseu sono terá melhor qualidade.


Ao levantar, disponha de pelo menos cinco minutos para você mesmo. Não ligue correndo a televisão à cata das eternas notícias perturbadoras, nem ligue o rádio no último volume para ouvir música agitada (rock, samba etc.). Respeite-se. Ao levantar, fique num lugar tranqüilo de sua residência e visualize um dia de harmonia e proteção em seu lar,no trabalho ou onde estiver. Faça com que essa sensação de harmonia e proteção penetre em você, sinta-se mesmo invadido por esse estado de espírito. Permaneça assim por cinco minutos ao menos. No decorrer do dia, lembre-se, a cada hora ou par de horas, dessa sensação de harmonia e proteção. Você ficará surpreso de ver como as coisas poderão se encaminhar favoravelmente durante o dia. Tudo isso porque, inconscientemente, sua postura será mais tranqüila e confiante diante das pessoas e situações, e as respostas tenderão a se alinhar com o seu comportamento harmonioso.

5. Estabeleça harmonia no relacionamento da equipe.
Faça com que seus liderados aprendam a trabalhar em equipe e estabeleçam um ambiente de cooperação. O trabalho em equipe, a confiança mútua e cooperação geram mais trabalho produtivo e motivação do que muitos métodos sofisticados o conseguem. Mantenha um ambiente alegre, tranqüilo e harmônico.Comemore um resultado positivo de seu departamento – como um projeto concluído, um desempenho acima da média -, oferecendo à sua equipe refrigerantes e salgadinhos, ou algo parecido, no final do expediente.

6. Reforce a auto-estima dos colaboradores.
Faça com que as pessoas se sintam vencedoras. Gere orgulho do liderado pelo trabalho que ele desempenha, pela empresa em que trabalha e, sobretudo, faça-o ter orgulho de si mesmo. O orgulho gera o desejo do êxito: o desejo do êxito faz as pessoas buscarem no seu íntimo recursos inexplorados. Uma das melhores maneiras de incutir o orgulho nas pessoas é dar-lhes o sentido de responsabilidade pelo que estão fazendo e ajudá-las a saber que elas desempenham uma função importante. Encoraje cada um a fixar prioridades em seu trabalho, fazendo, com isso, com que ele se envolva e se comprometa com os resultados obtidos.

7. Estabeleça metas ambiciosas mas exeqüíveis.
É impossível gerar orgulho na equipe sem estabelecer padrões elevados de qualidade e produtividade. Mas, em primeiro lugar, as metas devem ser claras para todos. Não pode existir a menor dúvida na equipe sobre o que se pretende atingir e como chegar lá.

Em segundo lugar, essas metas devem ser ambiciosas – às vezes difíceis – mas atingíveis. Se houver resistência da equipe, você terá de negociar as metas com ela e, ao mesmo tempo, mostrar o desafio que os colaboradores terão pela frente. Isso os estimulará.

8. Mantenha aberto os canais de comunicação.
Ouça o seu pessoal. Aceite sugestões. Envolva-os na busca da solução dos problemas. Fale dos números e resultados que a empresa obtém.Converse com os liderados amiúdemente, mantenha um ambiente de respeito e cortesia. Não seja o único canal que existe para o contato com a alta administração. Permita que os seus subalternos se dirijam ao nível superior da organização, com ou sem a sua presença. Neste caso, deverá ficar claro aos liderados e a chefia superior que isso está acontecendo com o seu consentimento e que posteriormente você quer receber o feedback da reunião, ou do subordinado ou da chefia com quem ocorreu o contato (talvez até de ambos). Dessa forma, sem a sua presença, você demonstra confiança e que está acompanhando o desenrolar da situação.

9. Lembre-se : o que é recompensado é feito.
Existem muitas outras formas de recompensar além do dinheiro. Aliás, essa última é uma das formas que o chefe menos tem poder de premiar. Mas invariavelmente tudo o que é recompensado é realizado com mais interesse e motivação, desde que a recompensa tenha valor para essa pessoa. Por exemplo, você pode premiar um bom trabalho ou um grande esforço despendido com um treinamento ou um dia de folga, um jantar, um bem (perfume,calculadora etc.), entradas para eventos esportivos ou culturais,uma doação para uma instituição de caridade de escolha do empregado. Descubra outras formas ou pergunte que recompensas eles gostariam de obter.


Mas seja qual for a premiação, as regras devem estar bem claras para todos, e porque alguém está sendo recompensado (alta produtividade,esforços extras prolongados, idéias que trouxeram bom retorno etc.), para que não haja a idéia de favorecimento ou protecionismo. Outras formas de premiação podem incluir promoções, transferências, ampliação de funções ou tarefas, participação em novos projetos, estágios.

10. Faça do treinamento uma prioridade.
Proporcione cursos, treinamentos, palestras, estágios, sessões em que são exibidos filmes em vídeo ou DVD que aprimorem a capacidade do seu pessoal. Investir na competência e preparo de pessoas tem retorno garantido em forma de motivação, produtividade e metas atingidas.

11. Elogie e reconheça.
O elogio e o reconhecimento por um trabalho bem feito ou uma decisão acertada deve sempre ser sincero. Falsos elogios ou elogios muito freqüentes fazem perder a credibilidade e banalizam o fato. Porém, não economize elogios se a pessoa fez por merecê-los; ao elogiar, faça-o com sinceridade e convicção e, se possível, diante de outras pessoas. Isso provocará um efeito positivo em todos. Mas, quando for repreender ou chamar a atenção de alguém, faça-o sempre em particular, sem a presença de outras pessoas. Com isso,você estará preservando o orgulho e ou auto-respeito do liderado.

12. Incentive e recompense os riscos (previamente calculados).
Injete em sua equipe um espírito em que inovação e riscos são recompensados ou, pelo menos, reconhecidos como válidos e importantes em busca de uma melhoria ou otimização.Mesmo que o resultado não tenha sido bem-sucedido, demonstre apreço e reconhecimento pela tentativa. Não desencoraje iniciativas dessa natureza para não inibir futuras idéias e ações que, com certeza,acabarão tornando-se bem-sucedidas. Só erra quem tenta. Os acertos só acontecem devido aos erros anteriores, que forneceram a experiência necessária para os futuros acertos.

13. Mantenha um ambiente físico e psicológico agradável.
Tanto o ambiente físico quanto o psicológico são decisivos para provocar estímulos motivacionais.Todos os estudos e pesquisas realizados nesse sentido revelaram a importância desses fatores. Um local com música ambiente (em baixo volume), bem iluminado, arejado, com paredes em tom pastel ou cinza suave, ornado com plantas, flores e quadros amenos transmite outro ânimo e energia ao ambiente.Propicie também momentos de congraçamento do pessoal em ocasiões especiais, como a celebração de um aniversário, amigo secreto, ou algo parecido, no final do expediente. Isso aproxima a equipe, melhora a comunicação e dá maior coesão no trabalho.

14. Mostre um quadro geral.
Dê aos liderados uma visão global do que é feito em seu departamento e de como isso se insere no contexto geral da organização.Enfatize a importância de um bom entrosamento com todas as áreas da empresa (produção, vendas, administração, finanças etc.) e que só a colaboração com outras divisões e diretorias é que permite maior agilidade e ganho de competitividade no mercado, vale dizer, satisfação do cliente, sobrevivência da companhia e garantia de emprego.

15. Dê o exemplo.
Não apenas o que você fala é importante; muito mais do que isso, o que você faz e como se comporta diante dos subalternos é o que realmente conta. Como chefe, você está sempre sendo observado por seus liderados, tenha ou não consciência disso, e sua forma de atuar passa a ser um padrão de referência e um exemplo para eles, mesmo que você não se aperceba disso.Lembre-se: como chefe, você sempre é mais visto do que vê os outros,e é bom estar consciente disso ou poderá provocar muitos danos e desmotivação junto à sua equipe. Portanto, seja um exemplo de competência – não de incapacidade – junto ao seu pessoal.Seu modo de vestir, a maneira de interagir com colegas e superiores, se você inicia ou não as reuniões no horário, a qualidade do seu trabalho, seu comportamento, os ideais que você defende no dia-a-dia, seus valores e princípios; isso, e muito mais, pode inspirar ou desmotivar sua equipe. Faça periodicamente uma auto-avaliação para ver se você mesmo está agindo do jeito que você deseja que o seu próprio pessoal o faça. Pergunte-se: numa escala de 0 a 10, que nota eu atribuiria a mim mesmo como um exemplo de profissional digno de ser seguido pelos outros?, Onde devo melhorar?. Suas respostas o esclarecerão sobre o que você deve fazer para melhorar, desde que haja sinceridade na sua auto-análise.

16. Outras formas de motivar.
Um sorriso sincero ameniza o ambiente. Diga “muito obrigado” olhando nos olhos da pessoa com quem estiver dialogando;ouça o colaborador que tem uma idéia para melhorar a eficiência e, em seguida, sendo exeqüível, aja de acordo com a sugestão; faça seu pessoal atuar em projetos intersetoriais, cujos membros são de departamentos diferentes. Faça da gerência participativa um dos alicerces de sua atuação. Para tanto:
* Envolva o seu pessoal no planejamento de metas e objetivos do seu setor.
* Envolva-os nas decisões que lhes dizem respeito diretamente.
* Faça com que se sintam responsáveis pelas decisões e pelos resultados atingidos.
* Institua círculos de controle de qualidade,ou semelhantes, e acate suas sugestões sempre que provarem uma relação custo-benefício vantajosa para eles e para a empresa.
* Institua formas de premiação individual ou em equipe por resultados atingidos
Existem muitas outras formas de motivar. Sua experiência e criatividade lhe darão outras idéias.
17.O salário não é o maior fator para despertar motivação mas . . .
O salário é um fator de restrita capacidade motivacional quando estiverem presentes outros fatores como segurança e estabilidade, benefícios adicionais, oportunidades de progresso, desafios ou algum outro componente que desperte o entusiasmo e interesse do colaborador. Mas, se esses ou outros fatores não existirem, o salário – principalmente o baixo salário – será certamente motivo de queixa e insatisfação, já que os demais componentes que dão apoio à motivação estão ausentes. Neste caso o salário será considerado o vilão, embora o problema maior possa ser realmente a falta de infra-estrutura ou a existência de um ambiente desagregador causado por pressão constante, desconsideração para com o empregado, falta de comunicação, chefe despreparado, fofocas, boatos, inimizades ou outros fatores.Apesar disso, não se deve minimizar a importância do salário. Ele é muito importante sim,dentro de um contexto mais amplo. Todos concordam que o trabalho dever ter, em contrapartida, uma justa remuneração. E quanto mais competência e capacidade ele exigir, maior deve ser essa remuneração. Do contrário, de nada valerão anos de estudos, experiências e esforços, além dos lucros propiciados à empresa. Mesmo assim considerar o salário como o maior ou o único agente motivador é ter uma visão muito restrita do que faz o ser humano evoluir e ignorar todos os outros fatores de motivação mencionados nestes três artigos que escrevi sobre esse assunto.

18. Ao sair, sempre deixe o ambiente melhor do que quando entrou.

Ao deixar o local de trabalho, certifique-se de que o ambiente esteja melhor do que quando você veio pela manhã. Que você seja um agente facilitador de soluções e orientações e não de discórdia e insegurança em seu serviço. Pergunte-se: Ajudei a melhorar o desempenho do pessoal?, Dei orientações esclarecedoras?, Ajudei a evitar discórdias e mal-entendidos?,Facilitei o fluxo de trabalho da equipe?, Tratei as pessoas com respeito?, O pessoal está motivado, interessado, confiante?, Ajudei a melhorar a cooperação e o coleguismo em meu departamento?. Se as respostas a essas perguntas forem sim, então, sem sombra de dúvida, você está colaborando decididamente para que cada dia seja melhor do que o anterior,e sua contribuição para a harmonia e a produtividade da equipe tem sido decisiva.

domingo, 7 de junho de 2015

Nosso Espaço Educando: Semana do meio ambiente - Livrinho do meio Meio Am...

Nosso Espaço Educando: Semana do meio ambiente - Livrinho do meio Meio Am...: Esta é uma ideia legal para ser feita na semana do meio ambiente. Ideia retirada da net. Capa Fechada Capa Aberta(colagem de s...

domingo, 26 de abril de 2015

A importância da brinquedoteca escolar para o processo de aprendizagem

A importância da brinquedoteca escolar para o processo de aprendizagem

sábado, 11 de abril de 2015

Qualidade de vida .Cuide do seu cérebro.

Lembre de alimentar seu cérebro


Lembre de alimentar seu cérebromente anda cansada, com preguiça de pensar, planejar e aprender?
E pior, vive dando brancos: para onde estou indo mesmo? Sei que tenho que comprar algo... Caramba, esqueci a panela no fogo! Qual é mesmo o nome daquele ator?
Bem, isto é sinal de que você está esquecendo de colocar alguns alimentos no prato. Afinal, um cérebro saudável e vivo, depende de uma alimentação consciente e vitalizante. 
O disco já ficou arranhado quando afirmam que o consumo de peixes faz bem à manutenção das células cerebrais. Mas os neurobiólogos não param de realizar estudos, e a lista de alimentos que fortalecem as funções cerebrais fica cada vez mais focada para o mundo dos vegetais frescos e integrais.
É nas frutas, por exemplo, que se encontra a fisetina - mais precisamente no morango, pêssego, uva, kiwi, tomate, maçã e também na cebola e espinafre. Segundo o Instituto Salk, na Califórnia (EUA), essa substância vem sendo considerada fundamental para manter a memória “jovem”, porque sua função é estimular a formação de novas conexões entre os neurônios (ramificações) e fortalecê-las.
O fenômeno pode ser explicado pelo fato destes vegetais, quando integrais, frescos e crus, estão concentrados de compostos antioxidantes, que neutralizam os danos dos radicais livres no cérebro, melhorando a juventude e sanidade das suas células. A capacidade delas se comunicarem com todas as partes do organismo e de armazenarem informações.
Além disso, encontramos na fração oleosa das sementes, grãos integrais e na gema do ovo, uma grande gama de substâncias que são muito amigas do cérebro. Vamos conhecê-las:
Zinco, Selênio, Ferro e Fósforo - sais minerais que participam de inúmeras trocas elétricas e mantêm o cérebro acordado e ativo (elétrico). Presente em todas as sementes e grãos, em raízes e nas folhas verde escuro.
Vitamina E - poderosa ação antioxidante. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.
Vitamina C - famosa ação antioxidante. Presente nas sementes frescas e cruas que foram pré-germinadas, assim como na maioria das frutas.
Vitaminas do complexo B - regulam a transmissão de informações (as sinapses) entre os neurônios, presente nas sementes e nas fibras dos alimentos integrais.
Bioflavonóides - são polifenóis com forte ação antioxidante. Além das sementes são encontrados também no limão, frutas cítricas, uva e nas folhas verde escuro.
Colina - participa da construção da membrana de novas células cerebrais e na reparação daquelas já lesadas. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.
Acetil-colina - um neurotransmissor, fundamental para as funções de memorização no hipocampo. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.
Fitosteróis - estimulante poderoso do sistema de defesa do organismo, reduzindo proliferação de células tumorais, infecções e inflamações. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.
Fosfolipídeos entre eles a Lecitina - funcionam como um detergente, “desengordurando” todos os “sites” por onde passa. Além disso, participam na recuperação das estruturas do sistema nervoso e da memória. Presente em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.
Ômega-3 – funciona como um antiinflamatório poderoso, evitando a morte dos neurônios. Existem somente três fontes: os peixes de águas frias e profundas e as sementes de linhaça e prímula.
NÃO ESQUEÇA DE TER SEMPRE NA DESPENSA
Sementes cruas e frescas, boas para germinar: linhaça, gergelim, girassol, castanha do Pará, castanha de caju, noz pecã e macadâmia. Lembre das sementes da melancia, do pepino e do melão.
Leguminosas: ervilha, lentilha, grão de bico, feijão azuki, feijão moyashi são as ideais para germinar.
Frutas: limão e as demais cítricas, uva, maçã, kiwi, pêssego, morango e demais frutas vermelhas (amora, cereja), abacate, tomate e azeitona.
Cereais integrais: arroz, trigo, aveia e centeio, como também o germe de trigo.
Verduras: todas as folhas de cor verde escura, como todas as couves (manteiga, brócolis, flor), a bertalha, a espinafre e a folha da beterraba.
Legumes: principalmente os de cores vivas como a cenoura, a beterraba, a abóbora e no meio deles a cebola e a cebolinha.
Óleos - use com absoluta moderação e sem passar por qualquer aquecimento: azeite virgem ou aqueles que são prensados a frio – linhaça, girassol, gergelim e soja.
Se você não é vegetariano, lembre-se que os peixes são indicados quando o propósito é cuidar do cérebro, da capacidade de se concentrar e da memória. Os mais interessantes são os de água fria, ricos em ômega-3, como salmão, sardinha, anchova, atum, arenque e cavala. Entretanto, lembre que os de criadouros não apresentam esta funcionalidade. Também que frutos do mar andam bem contaminados com a radioatividade que segue sendo jorrada nos mares pelo reator danificado de Fukushima no Japão.
Abaixo os 5 alimentos sagrados da alimentação humana

Os Alimentos Neuroprotetores
São os agentes antioxidantes, como os bioflavonóides e carotenos, presentes nas frutas cítricas, na uva (principalmente as escuras), nas frutas vermelhas (morango, amora e cereja) e laranjas (pêssego, caqui, mamão, manga e damasco) e na maçã. Quanto às hortaliças, insista nas de folhas escuras, como as couves, a bertalha e o espinafre. Nos legumes: a abóbora, a cenoura e a beterraba.
A vitamina E (tocoferóis) está presente nas sementes e nos óleos vegetais prensados a frio, como o de soja, linhaça e girassol, assim como no germe de trigo. Óleos vegetais refinados são pobres de micronutrientes de valor terapêutico.
Entre os minerais, as revelações são o zinco - encontrado em doses generosas na semente de abóbora, no iogurte e nos cereais integrais; e o selênio, que está concentrado na castanha do Pará e em menores doses nos grãos integrais, na cebola e no alho.
Por fim, o ômega-3 dos peixes de água fria, que também protege os neurônios. Mas ele está presente em altas doses na semente de linhaça e no seu óleo prensado a frio.

Os Alimentos Regeneradores das células
A colina e a lecitina, substâncias fartamente encontradas na fração oleosa da soja e na gema do ovo, têm papel fundamental na composição da membrana gordurosa que reveste os neurônios. E, haja colina, pois as funções cerebrais de aquisição e armazenamento de novos dados, exigem mais intensamente pela formação de novas células. Bem, não dá para sair comendo ovo, menos ainda em excesso, mas é possível fazer uso diário de suplementação alimentar com a lecitina isolada de soja (1 grama/dia).
Elas estão presentes também, mas em menor concentração, no germe de trigo, nas leguminosas e no levedo de cerveja. Está provado que o consumo de alimentos que contêm colina durante a gravidez e na fase de aleitamento influi beneficamente no desenvolvimento cerebral da criança.

Os Alimentos que Estimulam as conexões cerebrais
Os alimentos deste grupo contêm substâncias que facilitam a comunicação entre os neurônios, aumentando também a capacidade de pensar, se concentrar, aprender e memorizar. É o caso da fisetina, que marca presença nas frutas já citadas.
As vitaminas do complexo B também facilitam a comunicação entre as células e tais substâncias são mais comuns em alimentos de origem animal como as carnes, peixes, aves, vísceras, leite e derivados. Entretanto, nos vegetais como os cereais integrais, sementes, germe de trigo, soja e demais leguminosas, também estão presentes, porém em menor concentração.
Finalmente, o fósforo, que se encontra nos peixes, no germe de trigo e ainda nas sementes de girassol e abóbora.
Mas o bem mesmo é se manter bem hidratado com o consumo de alimentos crus, frescos e maduros, ricos em sais minerais e água estruturada.

O QUE COMPROMETE A SANIDADE DO CÉREBRO?
Procure fugir de alimentos que causam picos glicêmicos - eles estouram a taxa de glicose no sangue e no cérebro - como o açúcar (principalmente o refinado), massas e cereais refinados, batata inglesa e doces em geral. Eles elevam a produção de insulina e de ácido aracdônico, fortes responsáveis pelos processos inflamatórios, que aceleram o envelhecimento e morte das células cerebrais.
Metabolicamente, sabe-se que logo após os picos glicêmicos gerados pelo consumo excessivo de açúcar e amidos, é inevitável quadros de hipoglicêmia, que é a queda vertiginosa do teor de glicose no sangue. Tal situação desarticula todas as funções sensoriais do cérebro, assim como a sua produtividade, poder de comunicação interna e armazenagem de dados. Tanto que a reação natural de um cérebro em estado de hipoglicemia é o sono, ou seja, pára tudo.
Evite também as drogas que geram produção massiva de radicais livres como é o caso do cigarro, das frituras, do álcool, do café, dos alimentos muito processados e aditivados. Os radicais livres AMAM destruir neurônios e demais células do organismo.
Por último, evite as frituras e as gorduras de origem animal, que tornam as membranas celulares rígidas e pouco porosas, inviabilizando a fluidez e a qualidade das trocas químicas, tanto de nutrição, como de limpeza orgânica. Uau! Cérebro desnutrido e envenenado.
Texto extraído do livro Mente e Cérebro poderosos Conceição Trucom - editora Pensamento Cultrix.

sábado, 20 de setembro de 2014

Dislalia






Dislalia é a má formação da articulação de fonemas, dos sons da fala. Não é um problema de ordem neurológica, mas de ordem funcional, referente à forma como estes sons são emitidos”, explica a fonoaudióloga Rosane Paiva. Segundo ela, este som alterado pode se manifestar de diversas formas, havendo distorções, sons muito próximos mas diferentes do real ; omissão, ato em que se deixa de pronunciar algum fonema da palavra; transposições na ordem de apresentação dos fonemas (dizer mánica em vez de máquina, por exemplo); e, por fim, acréscimos de sons. Estas alterações mais comuns caracterizam uma dislalia.
Rosane explica que a dislalia pode ser fonética, quando o problema se apresenta somente na alteração constante de fonemas mas a criança conhece o significado da palavra, ou fonológica, quando a criança simplesmente não ordena de modo estável os sons de sua fala. Para evitar tais problemas,a Fonoaudiologia deve ser também preventiva: “
A maioria das pessoas ainda não tem o hábito de fazer uma avaliação fonoaudiológica preventiva, nos primeiros anos de vida, como ocorre no que diz respeito à Pediatria. Mas eu penso que se deve estar atento também à saúde da voz, da fala e da audição, e acompanhar este desenvolvimento, principalmente quando se pretende expor a criança a uma aprendizagem formal, na idade certa”- diz Rosane.
Muitos fatores, segundo a fonoaudióloga, podem influir para que dislalias venham a surgir: “crianças que usam a chupeta por muito tempo, ou que mamam na mamadeira por tempo prolongado, ou mesmo aquelas que mamam pouco tempo no peito terminam por alterar as funções de mastigação, respiração e amamentação. Estas crianças podem apresentar um quadro de dislalia”- explica. E ressalta que, embora não se possa dizer que haja uma relação direta, é inegável que tais crianças acabem apresentando flacidez muscular e postura de língua indevida, o que pode ocasionar dislalia. Sendo assim, a dislalia pode ser prevenida por mães bem orientadas durante a amamentação e o pré-natal.
O tratamento da dislalia varia de acordo com a necessidade de cada criança. Em primeiro lugar, é feita uma avaliação após um contato com a família, e faz-se um levantamento histórico da criança para, só depois, iniciar o trabalho com a percepção dos sons que ela não executa. Rosane explica que existem crianças que têm dificuldade de perceber auditivamente os sons. O fonoaudiólogo deve, então, usar recursos corporais e visuais para chegar ao seu objetivo. Outras crianças apresentam línguas hipotônicas (flácidas), o que às vezes chega a ocasionar alterações na arcada dentária. Ou ainda, mostram falhas na pronúncia de certos fonemas devido a postura e respiração deficientes. “Para cada criança, tem-se um procedimento diferente, mas, em geral, o fonoaudiólogo atua, na terapia, sobre a falha e a dificuldade, usando, de preferência, meios lúdicos para ampliar a possibilidade de utilização dos sons, até que a criança se sinta segura”- explica.
Recadinho para os Professores
-Repetir somente a palavra correta para que a criança não fixe a forma errada que acabou de pronunciar.
- É importante que o professor articule bem as palavras, fazendo com que as crianças percebam claramente todos os fonemas.
Assim que perceber alterações na fala de um aluno, o professor deve evitar criar constrangimentos em sala de aula ou chamar a atenção para o fato. O recomendável é que não se espere muito tempo para avisar a família e procurar um fonoaudiólogo.
- Uma criança que falta às aulas regularmente por problemas de audição, como otites freqüentes, requer maior atenção.
- Os professores devem ser bem -orientados em relação a estes fatores e , para isto, é preciso que haja interação entre eles e os fonoaudiólogos.
- O ato da fala é um ato motor elaborado e, portanto, os professores devem trocar informações com os educadores esportivos e professores de Educação Física, que normalmente observam o desenvolvimento psicomotor das crianças.
- O ideal é que a criança faça uma avaliação fonoaudiológica antes de iniciar a alfabetização, além de exames auditivos e oftalmológicos.
O Jogo do Jardim Zoológico
Michele Adum utiliza bastante uma brincadeira muito comum no universo infantil: o joguinho dos bichos. “Desenvolvo muitas áreas incentivando a criança a ‘montar’ o seu Jardim Zoológico, com bichinhos de plástico e cercados - diz ela. E explica que é possível trabalhar a área afetiva, por exemplo, quando a criança coloca lado a lado os membros de uma ‘família’: touro, vaca e bezerros”.
Segundo ela, é possível trabalhar também níveis de classificação, já que “a criança separa os bichos por tamanho, classes, espécies, cores”. Ou ainda, a coordenação motora - a própria criança monta os cercados e encaixa as cerquinhas - e a organização do pensamento. Até a Matemática é enfocada, pois, com base na classificação, Michele pode abordar conceitos de união, interseção, conter e estar contido. “O Jardim Zoológico é uma excelente ferramenta de avaliação e terapia”, diz ela. A utilização de todo jogo, no entanto, é controlada e sistemática, visando a atingir um objetivo específico.
Fonte: Jornal Educar Saúde APPAI
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Quando a dislalia começa

Quando uma criança menor de 4 anos apresenta erros na pronúncia, é considerado como normal, uma etapa no desenvolvimento da linguagem infantil. Nessa etapa, não se aplica tratamentos, já que sua fala está em fase de maturação. No entanto, se os erros na fala se mantém depois dos 4 anos, deve-se consultar um especialista em audição e linguagem, um fonoaudiólogo, por exemplo.

Tipos de dislalia

A dislalia é muito variada. Existem dislalias orgânicas, audiógenas, ou funcionais.
dislalia funcional é a mais frequente e se caracteriza incorretamente o ponto e modo de articulação do fonema.
dislalia orgânica faz com que a criança tenha dificuldades para articular determinados fonemas por problemas orgânicos. Quando apresentam alterações nos neurônios cerebrais, ou alguma má formação ou anomalias nos órgãos da fala.
dislalia audiógena se caracteriza por dificuldades por problemas auditivos. A criança se sente incapaz de pronunciar corretamente os fonemas porque não ouvem bem. Em alguns casos, é necessário que as crianças utilizem próteses.
Uma recomendação fundamental para impedir o desenvolvimento da dislalia é para que os pais e familiares do dislálico não fiquem achando engraçadinho quando a criança pronuncia palavras de maneira errada, como “Tota-Tola”, ao invés de “Coca-Cola”.

Fontes consultadas:
- Guiadepsicologia.com
- Delogopedia.com
- Mikinder.blogspot.com
- simonboasfalas.com.br
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No desenvolvimento da primeira infância, é natural que a criança troque certos fonemas e fale, por exemplo, “bapo”, ao invés de sapo. Porém, os pais têm que estar sempre atentos desde a emissão das primeiras palavras de seus filhos. Dessa forma, os desvios são detectados e sanados mais cedo. “Se aos dois anos e meio a criança não é capaz de conjugar duas palavras na intenção de uma frase, mesmo que isso esteja longe da estrutura gramatical da Língua, os pais devem ficar alertas. E se aos três anos ela ainda tem dificuldade de expressar-se de maneira satisfatória e clara, e há troca de fonemas, é recomendável a avaliação de um fonodiólogo”, aconselha a professora.
Durante a alfabetização, a criança pode ou não levar o seu desvio oral para a grafia. Mônica Rocha alerta que o desvio fonológico não é pré-condição de uma alteração de leitura e escrita, embora não seja aconselhável chegar nessa fase escolar com o padrão de linguagem fora do normal.
A terapia fonoaudiológica é recomendável quando o desvio persiste e está muito fora do padrão lingüístico. No tratamento não se realizam somente exercícios articulatórios, mas também a interação da criança com a linguagem, através de cantigas, jogos de rima, brincadeiras lúdicas e educativas. O objetivo principal é que o pequeno paciente tenha a consciência fonológica e a organização vocabular.
Para os pais que desejam um acompanhamento para seus filhos, o Instituto de Neurologia Deolindo Couto da UFRJ disponibiliza, às segundas e quartas, de 8h às 17h, um Ambulatório de Desvios Fonológicos. Mônica Rocha, que coordena o serviço, é uma das especialistas no assunto.
Olhar Vital (Fonte)

domingo, 7 de setembro de 2014